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Financiado pelo Fundo Português de Carbono
missão

Contribuir com o aumento de capacidade para o desenvolvimento de baixo carbono e resiliente dos países beneficiários.

o projeto
Cronograma
Resultados

Os objetivos principais do projeto são, na fase de diagnóstico, a definição detalhada das ações de capacitação necessárias e, na fase implementação das ações de capacitação, contribuir para o seu aumento com vista à elaboração de Estratégias de Baixo Carbono e de diretrizes que garantam a sua mensurabilidade e reporte (incluindo a definição e implementação ou reforço do Sistema Nacional) em Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

As tarefas do projeto são implementadas em estreita colaboração entre as equipas nacionais e restantes partes interessadas nos países recetores (através de processos de participação e consulta exaustiva), visando a criação de capacidade interna alargada, de modo a potenciar a multiplicação do impacte do projeto.

Deste modo, o projeto EBAC prevê a identificação de ações de capacitação adequadas às circunstâncias nacionais de cada um dos países que lhes permitam: elaborar e implementar Estratégias de Desenvolvimento de Baixo Carbono e Resiliente; desenhar Ações de Mitigação Nacionalmente Apropriadas (NAMAs) com identificação complementar de projetos passíveis de serem enquadrados em sistemas de creditação e comércio de emissões; definir diretrizes para Mensurar, Reportar e Verificar ações de mitigação (MRV); registar, se pretendido, as ações junto das Nações Unidas; criar ou reforçar o Sistema Nacional para a produção atempada de Comunicações Nacionais, Relatórios Bienais de Atualização e Inventários de Emissão de GEE e criar um guia para a análise da vulnerabilidade aos impactes das mudanças climáticas e avaliação de opções de adaptação no contexto do desenvolvimento baixo em carbono e resiliente.

O projeto teve início em outubro de 2013 e poderá ser prolongado até final de 2017.

 

 

 

equipa
Inês Mourão
Coordenação Geral e Assistência Técnica
Gestão dos projetos, coordenação das equipas com assistência técnica transversal a todos os elementos e revisão dos resultados. CAOS
Adérito Santana
Coordenação Nacional de São Tomé e Príncipe
Assiste no planeamento e coordena a equipa nacional e executa as atividades do projeto. Instituto Nacional de Meteorologia (INM)
Carlos Moniz
Coordenação Nacional de Cabo Verde
Assiste no planeamento e coordena a equipa nacional e executa as atividades do projeto. Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG)
Telma Manjate
Coordenação Nacional de Moçambique
Assiste no planeamento e coordena a equipa nacional e executa as atividades do projeto. Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER)
Gonçalo Cavalheiro
Assistência Técnica
Assiste técnica e transversalmente todos os projetos e todos os elementos das equipas nacionais, acompanhando as tarefas e revendo os seus resultados. CAOS
Joana Magalhães
Assistência de Projeto
Assiste no planeamento, funcionamento e monitorização dos projetos. É o elemento de contacto permanente entre a coordenação geral e as equipas nacionais. CAOS
Francisco Correia
Quadro Júnior de Cabo Verde
Assiste tecnicamente o projeto executando as suas tarefas em articulação com o quadro médio. Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG)
Francisco Sambo
Quadro Médio de Moçambique
Assiste tecnicamente o projeto executando as suas tarefas em articulação com o quadro júnior. Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER)
João Lima
Quadro Médio de São Tomé e Príncipe
Assiste tecnicamente o projeto executando as suas tarefas em articulação com o quadro júnior. Instituto Nacional de Meteorologia (INM)
Moisés Borges
Quadro Médio de Cabo Verde
Assiste tecnicamente o projeto executando as suas tarefas em articulação com o quadro júnior. Direcção Geral do Ambiente (DGA)
Nilton Lima
Quadro Júnior de São Tomé e Príncipe
Assiste tecnicamente o projeto executando as suas tarefas em articulação com o quadro médio. Instituto Nacional de Meteorologia (INM)
Paula Samuel
Quadro Júnior de Moçambique
Assiste tecnicamente o projeto executando as suas tarefas em articulação com o quadro médio. Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER)
parceiros
financiamento
promotores
executora
O PlanºC surge como uma resposta às duas faces das alterações climáticas: os projetos agem nas suas causas e consequências, tanto através da construção de capacidade para o desenvolvimento de baixo carbono e resiliente como de ações concretas de resposta imediata nas comunidades mais vulneráveis. A CAOS não podia deixar de responder a este desafio, sendo parte da solução. Inês Mourão
apoios
Estes projetos assumem grande relevância num momento em que se negoceia um novo acordo global para as alterações climáticas e onde Portugal, no contexto da União Europeia tem defendido uma participação global.
O Instituto Camões apoia incondicionalmente estes projetos na medida em que, no âmbito da política de cooperação para o desenvolvimento o reforço da resiliência em relação aos impactos ambientais e das alterações climáticas e a sua mitigação são essenciais para o sucesso das políticas das sociedades e do combate à pobreza.
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